A falsa dor invoca o medo
E a sombra alastra como anzol
Nada sabes do que começa
Na margem suja do teu ser
Simplesmente amara o medo
Numa ansia de morrer
Aqui estás, nua, de fora para dentro
À merçê da vista desamparada
Fugir é uma vontade que doi
No desconforto da espera
Uma cura envenenada
Onde a solidão impera
Espera aí onde só tu sabes quem és
Uma falsa partida que tu sabes rendida
Por aí onde já tu tanto pairaste
Partiste e voltaste
Vertigem perdida
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