Anseio por poder esquecer o que não conheci
todas as palavras e os gestos da ultima estação
vagueio obscuro pela frágil sacidade
como quem nunca faz da esperança absolvição
Das fábulas do vento leva-se o mundo a acreditar
que o amanhã tão perto é a vontade de mudar
sem querer mergulha-se na mentira e na contradição
felizes nos vençemos a cada passo e gesto, esconços
a cada golpe que em si mesmo sangra
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
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